Aprendendo a ficar
Hoje eu entendi que talvez eu nunca tenha querido ser extraordinária. Eu só queria ser constante.
Hoje eu entendi que talvez eu nunca tenha querido ser extraordinária. Eu só queria ser constante.
Tem histórias que não acabam quando a gente termina de assistir, porque de certa forma elas continuam acontecendo dentro da gente.
Aquela que, em campos floridos, encontra as abelhas.
Esse ano tem sido um divisor de águas na minha vida.
Eu me lembro dos dias em que levantar da cama parecia escalar uma montanha.
E depois de amanhã… um pouco menos ainda.
É exatamente aí que mora uma das feridas mais dolorosas: a da autoestima que nunca foi nutrida com segurança.
Sustento o meu próprio espaço — com firmeza, com suavidade, sem me encolher.
Ao olhar de frente para suas feridas, você começa algo que muita gente passa a vida toda evitando: o processo de voltar pra si mesma.
E isso não é apenas um consolo — é uma verdade transformadora.